Doença Renal Poliquística
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O "Journal of Medicine" de New England, E.U.A., publicou no passado dia 18 de Maio de 2006, a descoberta de um novo meio de diagnóstico da Doença Renal Poliquística. O estudo foi realizado pelo National Institute of Diabetes, Digestive and kidney Diseases (NIDDK).
Os investigadores desenvolveram uma técnica em que as imagens tridimensionais obtidas através de ressonância magnética permitem uma rigorosa medição dos quistos e do aumento do volume dos rins, bem como da proporção daqueles face a estes.
Esta técnica permite prever com maior rigor e fiabilidade as alterações progressivas da função renal em pessoas com a doença renal poliquística, face aos tradicionais exames ao sangue e à urina.
"Até agora pensou-se que não era possível determinar o grau de progressão da doença, dada a variabilidade das alterações da função renal mesmo em pessoas da mesma família, com o mesmo gene alterado. Estas alterações conduzem no último estádio de evolução da doença a insuficiência renal.
No entanto, com esta técnica foi possível observar que o aumento dos quistos e do volume dos rins se dá de forma contínua e regular." Observa a Dra. Catherine M. Meyers, especialista do NIDDK.
O Dr. Jared J. Graham sublinha: "Ainda estamos a desenvolver a aplicação desta técnica mas parece-nos muito promissora, pois até ao momento os doentes tinham de ser observados durante anos até que fosse possível determinar a eficácia das terapêuticas. Agora deverá ser possível testá-las numa fase mais precoce da doença, com muito melhores resultados a longo prazo."
O Consórcio para o estudo radiológico da Doença Renal Poliquística (CRISP), recrutou 241 pacientes com idades compreendidas entre os 15 e os 46 anos, com manifestações da doença de Grau 1 e 2, i.e., com pequenas alterações da função renal.
Cerca de 500.000 pessoas nos E.U.A. e 4 a 5 milhões no mundo inteiro sofrem de Doença Renal Poliquística. Os sintomas surgem normalmente entre os 30 e os 40 anos e incluem dores lombares e cefaleias (dores de cabeças). Cerca de metade dos doentes desenvolve insuficiência renal, em média por volta dos 54 anos.
Nos E.U. em 2003, 23.000 pacientes faziam diálise ou tinham sido sujeitos a um transplante.
Não se conhece a cura para a doença mas sabe-se que um controlo rigoroso da tensão arterial, previne ou atrasa significativamente um quadro de insuficiência renal.
O Programa Nacional para a Educação sobre a doença renal (National Kindney Disease Education Program) pretende chamar a atenção para a gravidade da doença e para a importância de um diagnóstico precoce de pacientes de alto risco.
Fonte: www.niddk.nih.gov
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